By Berta Madime

Uma das sessões da 4ª conferência Bianual da RUFORUM em Maputo teve como tema “Reforçando Parcerias em pesquisa e Educação Superior” e contou com a participação de Representantes de várias organizações a nível internacional.

Estas apresentaram o relatório completo das suas parcerias a nível interno e externo cada uma em seu respectivo ramo, sendo a educação, negócios ou agricultura. Ainda nesta sessão foram apresentados vários planos de parceria, de ensino e capacitação de mestrados e PhDs, oportunidades de negócio e convites para novas parcerias.
8.4 (7)O principais problema mostrado pelos representantes foi em relação a “quebra” das barreiras entre as organizações e o sector privado que tem mostrado-se renitente em cooperar com os pequenos agricultores. Outra idéia dividida por todos foi a de que África deve ser produtora de conhecimento e não simplesmente consumidora de ideias alheias. Quem assim afirma é Christoff Pauw da organização STIAS mostrando com estatísticas que África só partilha 1.8% do conhecimento que produz.

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8.3 (13)

By Natalia Jame

O índice das mulheres envolvidas na área agrícola é muito reduzido, essa é a questão que foi discutida na secção levada a cabo pela INNOVATE, no âmbito da conferência do RUFORUM. A discussão tinha como objectivo entender os motivos que estão por detrás dos números reduzidos das mulheres nesta área, partilhar experiências com relação a mulheres envolvidas na área, discutir e propor soluções para inverter a situação.

Durante a sessão, a moderadora Emily Van Houweling trouxe alguns dados sobre a inclusão das mulheres na agricultura nomeadamente: 20% de pesquisadores na área agrícola são mulheres; Menos de um quarto das mulheres fazem algum curso relacionado a agricultura nas faculdades; Dá-se pouca atenção ao papel, necessidades e prioridades das mulheres na agricultura, a questão da mulher desempenhar um papel vital na agricultura é pobremente representado nos programas de educação em agricultura. Read More


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Dr John S. Tenywa

There is nothing more physically debilitating and emotionally demoralising to the budding writer than being confronted with an ominous void of a laptop screen.  One can almost tangibly feel the will to live seeping slowly away at the prospect of filling the screen with informed, meaningful, coherent and succinct text.  It is the literary equivalent of hitting ‘the wall’ – but from the outset rather than after 20 miles!

This challenge equally applies to graduate agricultural students.  In an era of constrained global funding opportunities, graduates must be capable of developing well written grant proposals if they are to have a chance of being successful.

But the academic credibility and reputation necessary to underpin those applications must be informed by a track record of completed research projects and their successful write-up and dissemination, ideally in respected peer-reviewed journals where established, critical peers have decided it merits publication. Read More

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