Ciência e Tecnologia para o melhoramento da agricultura em África


By Vanilla Amadeu
A ciência e a tecnologia foram temas que mereceram atenção dos panelitas no terceiro dia da Conferência da RUFORUM. Em relação ao assunto, o Secretário Executivo da FARA, Yeni Akinbamijo, referiu que agenda da ciência para o desenvolvimento da agricultura em África ajudou-a a identificar o tipo de ciência de que precisa.

Assim, a ciência, a tecnologia, as inovações, a política e a aprendizagem social, a fim de cumprir suas metas de transformação agrícola. Segundo ele a finalidade de uma Agenda para a Ciência é de advogar o reconhecimento da importância da ciência na transformação da agricultura em África, fornecer orientação sobre onde devem ser feitos investimentos estratégicos na área científica, bem como facilitar o alinhamento de acções e recursos para melhorar o valor para o dinheiro em investimentos.
Não obstante, fala da necessidade de uma agenda da ciência para a agricultura e, neste contexto, aponta as expectativas mais elevadas provenientes da agricultura em um ambiente mais desafiador como sendo as de produzir mais alimentos em menos terra, água, produtos químicos, com menos perdas e desperdício, menos gases de efeito estufa e menor degradação e produzir alimentos mais seguros, mais saudáveis e mais nutritivos. A Visão para a Ciência na Agricultura no continente Africano é de que até 2030 a África garanta a sua segurança alimentar e nutricional tornando-se num jogador científico mundial reconhecido em sistemas agrícolas e alimentares e seja igualmente o celeiro do mundo.

O Ministro da Ciência e Tecnologia de Moçambique, Luís Peleme, referiu que no país a estratégia de Ciência, Tecnologia e inovação foi implementada em 2006 tendo como bases principais: a investigação, ciência, inovação e tecnologia de informação e comunicação. Destaca como focos principais a agricultura que alimenta a cerca de 80% da população moçambicana, a educação, a energia, a equidade de género entre outros.

Portanto, existem no país Centros de Investigação e Transferência de Tecnologias Agrárias (CITTA) que constituem um instrumento importante para o sector da agricultura, estes que são usados para as áreas da investigação científica, formação, produção e transferência de tecnologia, para o incremento mais efectivo da produção e produtividade agrícolas no país.
Os centros de investigação surgiram na perspectiva de apoiar o processo da revolução verde, um compromisso assumido pelo Governo para reduzir a importação de produtos agrícolas e melhorar o aproveitamento da terra e das condições agro-ecológicas existentes no país.

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